Sobre a autora
Inspirada pela magia do imaginário, Ana Paula Marini molda histórias em vivências essenciais. Como contadora, ela mescla arte e afeto, conduzindo o público infantil por trilhas de pura descoberta e fascínio. Além disso, assina livros que exaltam o respeito ao próximo e a pluralidade social, sempre por meio de uma escrita acolhedora que cativa leitores ao fortalecer laços de empatia e representatividade.
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O lápis cor da pele do Menino Marrom
No livro O Lápis Cor da Pele do Menino Marrom, acompanhamos a trajetória de um garoto que cresceu em uma família cheia de cores e alegria. Ele amava desenhar e se encantava com a diversidade de tons que encontrava em sua caixinha de lápis de cor. Para ele, o mundo era exatamente assim: uma grande caixa colorida, onde cada pessoa representava um lápis diferente — único e especial.
“O lápis cor da pele do menino marrom”, de Ana Paula Marini, é uma obra infantil que celebra a diversidade e o orgulho da identidade racial, convidando leitores de todas as idades a refletirem sobre o significado das cores e da beleza de ser quem se é.
A narrativa é leve, poética e acessível, tornando-se ideal para trabalhar temas de diversidade, racismo e autoestima com crianças.
As artes da Menina Amarela
As artes da Menina Amarela”, é um livro infantil que se destaca pela delicadeza e pela força de sua mensagem. A narrativa apresenta uma protagonista que, com sua energia e imaginação, enfrenta os desafios de viver com o transtorno, transformando suas dificuldades em potência criativa.
A “menina amarela” é uma metáfora para singularidade e diversidade, representando não apenas uma condição clínica,o TDAH, mas também a riqueza de enxergar o mundo de forma diferente. É uma obra que entretém, mas também educa, servindo como recurso pedagógico para professores e pais que desejam discutir inclusão escolar e neurodiversidade com sensibilidade.
O impacto do livro vai além da literatura infantil: ele contribui para a conscientização social, ajudando a combater preconceitos e estigmas relacionados ao TDAH. Ao mesmo tempo, reafirma a linha de trabalho da autora, que busca na literatura uma forma de valorizar as diferenças e promover o respeito à diversidade.
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Chutinhos no coração

Chutinhos no coração, trata da adoção com ternura e simplicidade. Inspirado em uma pergunta do filho da autora — se ele havia dado “chutinhos na barriga” como os bebês fazem —, a obra mostra que, em vez disso, ele nasceu do coração. Com linguagem acessível e ilustrações coloridas, o livro explica às crianças que o amor não depende da biologia, mas da escolha e do afeto. Ao transformar sua própria experiência em narrativa, Ana Paula Marini oferece uma história emocionante que celebra a diversidade das famílias e ensina que o verdadeiro nascimento acontece quando o amor encontra espaço para florescer.
Amada, a princesa malcriada
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Amada, a princesa malcriada, é um livro de colorir que mistura fantasia e aprendizado de forma leve e divertida. A história acompanha uma princesa que, acostumada a ter tudo o que deseja, descobre que a verdadeira realeza está na gentileza e no respeito. As ilustrações criadas pela autora convidam as crianças a participarem da narrativa, estimulando a criatividade enquanto refletem sobre valores importantes como empatia e convivência. Com traços alegres e cores vibrantes, o livro transforma o ato de colorir em uma experiência educativa e encantadora, mostrando que o brilho de uma princesa vem de suas atitudes e não apenas de sua coroa.
A realidade nem sempre transparece à primeira vista.
Suzana vive sob a sombra de comparações e rejeições severas, carregando o fardo de se sentir insuficiente. Enquanto sua irmã, Débora, é celebrada como o exemplo máximo de perfeição, Suzana empenha-se em um objetivo que parece fugir de suas mãos: a vaga na faculdade de medicina.
Contudo, quando a estrutura de sua realidade começa a ruir sob o peso de revelações inesperadas, ela entende que as fachadas sociais ocultam segredos e tramas capazes de redirecionar sua existência de forma irreversível.
Navegando entre reveses escolares, tensões domésticas, sentimentos guardados e verdades amargas, a jovem inicia uma profunda busca por sua própria identidade. Ao ser afastada do convívio familiar e desafiada a renascer das cinzas, Suzana aprende que a integridade pessoal não depende da validação externa, mas da bravura em persistir diante da adversidade.
O Que os Olhos Veem é um romance tocante que mergulha em questões essenciais como a parcialidade nas relações familiares, o anseio por pertencimento, as barreiras sociais e a resiliência. Através de figuras humanas profundas, o enredo propõe uma análise sobre os estereótipos que impomos e as camadas invisíveis que se escondem por trás do que é exposto ao mundo.
Um relato delicado sobre a capacidade de regeneração e a potência dos novos começos.
Lembre-se: nem todo prestígio é tradução de caráter. Nem todo julgamento negativo é justo. E a visão superficial raramente abrange a totalidade da verdade humana.
O Que os Olhos Veem
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A última festa
Uma história sobre crescer quando ainda não nos sentimos prontos para isso.
A formatura do nono ano deveria ser apenas um momento de celebração. Afinal, é hora de escolher roupas para a festa, tirar fotos com os amigos e guardar lembranças de uma fase inesquecível. Mas, para Ingrid, esse período representa muito mais do que o encerramento de um ciclo escolar.
Enquanto seus colegas estão preocupados com o futuro e as emoções típicas da adolescência, Ingrid enfrenta a dor recente da perda do pai. Em meio ao luto, às incertezas sobre o amanhã e às descobertas que acompanham o fim da infância, ela precisa encontrar forças para seguir em frente e compreender quem deseja se tornar.
Ao lado de seus inseparáveis amigos do "Quarteto Fantástico", Ingrid vivencia amizades profundas, primeiros amores, conflitos familiares, sonhos, medos e as pressões de uma sociedade que espera que adolescentes já tenham todas as respostas para o próprio futuro. Entre risos, despedidas e revelações, cada personagem enfrenta seus próprios desafios em uma jornada repleta de emoção e autoconhecimento.
Com sensibilidade e autenticidade, A Última Festa aborda temas universais como amizade, luto, identidade, aceitação, escolhas profissionais e os desafios de amadurecer. A narrativa retrata de forma delicada as inseguranças e descobertas que marcam a adolescência, mostrando que crescer é um processo cheio de dúvidas, mas também de possibilidades.
Mais do que uma história sobre uma formatura, este é um romance sobre despedidas e novos começos. Sobre os sonhos que carregamos, os caminhos que escolhemos e as pessoas que permanecem em nossa memória mesmo quando a vida nos leva para direções diferentes.
Emocionante, nostálgico e inspirador, A Última Festa convida o leitor a reviver os sentimentos intensos do fim da adolescência e a recordar que algumas despedidas não representam um fim, mas o início de uma nova história.

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